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Saiba quais são os 6 passos para ter a melhor aposentadoria

Saiba quais são os 6 passos para ter a melhor aposentadoria

O assunto aposentadoria por si só já gera muitas dúvidas. Já estamos há pouco mais de um ano com as novas regras da aposentadoria e ainda surgem muitas dúvidas de como fazer o planejamento previdenciário.

 

Realmente não é fácil. Confira aqui o passo a passo que preparamos:

 

Passo 1: Solicitar o CNIS

O Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) pode ser obtido gratuitamente em qualquer agência da Previdência ou pelos canais de autoatendimento como o “Meu INSS”. Correntistas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal poderão obtê-lo no Caixa Eletrônico. Nele consta os períodos trabalhos, as contribuições e seus valores.

 

Passo 2: Conferir o CNIS

Confira se no CNIS constam todas as anotações da Carteira de Trabalho, dos carnês de contribuição e os respectivos valores. Este documento pode ser corrigido a qualquer tempo, então o trabalhador não precisa esperar chegar a hora da aposentadoria para corrigir o que está errado.

Dica: o INSS vai conceder e calcular a aposentadoria com base nesse documento. Se ele estiver incorreto sua aposentadoria também estará. Corrija todas as informações imediatamente.

 

Passo 3: Calcular o tempo de serviço

Depois de conferir todos os documentos calcule o tempo de serviço. Isso permitirá definir a data que o segurado vai se aposentar. É preciso saber qual será a data da aposentadoria com as regras de direito adquirido, novas regras permanentes e as de transição.

Dica: O INSS não calcula o tempo de serviço especial (insalubre e perigoso), fique de olho neste quesito.

 

Passo 4: Simulação do valor da aposentadoria

Depois de definir a data da aposentadoria, é hora de saber quanto vai receber.

A simulação da renda atual é fundamental para planejar as próximas contribuições e definir a renda futura. Os sites oficiais dão informação apenas da renda mensal atual (RMA), mas não simulam a Renda Mensal Futura (RMF). Isso vai demandar um pouco mais de detalhamento e talvez o trabalhador precise da ajuda de alguém.

Dica: Conhecer a RMF é fundamental para o trabalhador definir a estratégia de contribuição até a data das aposentadorias programadas no passo 3. Isso evita jogar dinheiro no lixo: muitos pagam mais do que vão receber. Use esse dinheiro para realizar seus sonhos.

 

Passo 5: Diagnóstico previdenciário

O valor da futura aposentadoria pode ser aumentado com as novas contribuições. Para garantir uma boa renda é preciso planejar. Quem trabalhou em vários lugares ao mesmo tempo ou pagou o INSS por conta própria deve ter muito mais cuidado por que essas contribuições podem ser somadas.

Dica: o Microempreendedor Individual (MEI) que paga a contribuição básica perde o direito à aposentadoria por tempo de contribuição e só se aposenta com um salário mínimo.

 

Passo 6: Previdência complementar

A definição de quando, como e quanto vai ser a aposentadoria permite ao cidadão averiguar com antecedência se necessitará de um plano de previdência complementar. Isso é fundamental para capitalizar recursos e suplementar essa renda.

Dica: quem já tem um plano de previdência complementar pode utilizar o valor da contribuição excedente para aumentar os aportes. Muitas pessoas apostam na Previdência Complementar como substituta da Previdência Pública. Isso é um grande erro porque a Receita Federal pode autuar o segurado que não fez as contribuições para o INSS, visto que a contribuição é obrigatória para quem exerce atividade remunerada (empregado ou não).